Moradores da Zona Norte realizam trabalhos sociais em busca de diminuir a desigualdade na cidade

Começar a modificar a sociedade não precisa de grandes passos, precisam de atitudes, e é isso, que está ocorrendo na Zona Norte.

Criado no final de 2020, o Projeto Irmãos da Vila tem como finalidade ajudar moradores de rua. Semanalmente o grupo que é formado por 10 pessoas, doa cerca de 150 a 200 marmitas, além de água, brinquedos, kits de higiene. O grupo conta com a parceria da Escola de Samba Unidos da Vila Maria, que cede o espaço da sua cozinha industrial para a realização das refeições. “Estamos de coração aberto, queremos ampliar cada vez mais esse projeto. Pretendemos visitar orfanatos e azilos e ajudar mais pessoas”, conta Rael, um dos idealizadores.

Sabemos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU que alimentação, moradia, segurança, saúde e educação são direitos básicos para a vida e dignidade humana.

Nesse sentido, o trabalho de entidades filantrópicas, ONGs e projetos sociais tornou-se fundamental para garantir o mínimo de dignidadea uma população que vive nas sombras, em extrema vulnerabilidade.

Porém, um levantamento realizado pela própria ONU, estamos entre as cinco nações mais desiguais do planeta, já que 1% dos habitantes concentram até 23% de toda a renda.

Na prática, essa desigualdade toda aparece no acesso restrito a oportunidades – justamente aquelas que os projetos sociais procuram criar. São iniciativas que surgem como um paliativo para aliviar a miséria e a carência de uma população que sofre sem poder contar com assistência social do estado.

Outro projeto de impacto na região, é a Rede Geração Solidária (foto), que desde 2009, realiza importantes campanhas como Natal Solidário, Doe Brinquedo ganhe um sorriso, Juntos contra a fome, entre outras.  

O grupo é formado por um coletivo de jovens moradores dos bairros do Tremembé, Vila Albertina e Jardim Fontalis. Para o coordenador do projeto, o professor Heleno Oliveira, “todos os participantes estão mobilizados na necessidade de vivermos em uma cidade mais justa, igualitária, solidária e feliz, e é isso que nos move em cada ação. Procuramos pensar globalmente, para agirmos localmente, assim podemos mudar a vida dos moradores da região”, finaliza.

Matéria originalmente publicada pelo Jornal SP Norte. Clique aqui e leia o conteúdo completo.

Matéria originalmente publicada pelo Jornal Acontece Agora. Clique aqui e leia o conteúdo completo.

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